Storia

Eutanasia e medicina PDF

La distanasia es lo opuesto a la eutanasia. Se conoce como antidistanasia a la actitud de rechazo eutanasia e medicina PDF la distanasia, que en unos casos se convierte en un apoyo a la eutanasia y en otros en defensa de la ortotanasia. Tanto los Estados como los diversos colegios de médicos y enfermeros han desarrollado leyes o códigos que regulan cuándo una acción médica puede ser considerada como ensañamiento.


Författare: Cesare Davide Cavoni.

Come spesso accade per molti temi forti dibattuti all’interno della società, i mezzi di informazioneportano in superficie istanze nuove che prefigurano scenari in base ai quali le modalità di vita, e dimorte, potrebbero essere modificate. Ecco allora che nell’acceso odierno dibattito sull’eutanasia, sipunta solo su lunghe discussioni ideologiche o accademiche. Il problema clinico relativo all’eutanasia,invece, viene posto raramente, come dimostra anche la letteratura medica. Ecco dunque ladomanda a cui intende rispondere questo libro: l’eutanasia è un atto medico?Il volume intende sganciarsi da posizioni stereotipate tendenti all’autoreferenzialità, per fornire piuttostoal lettore, un’analisi della materia sul campo. Gli autori danno vita così ad una linea di approfondimentoche associa alla rigorosa impostazione scientifica un taglio divulgativo.Da una parte l’analisi medica del tema, inizialmente sganciata dal dibattito etico, politico e giuridico;dall’altra la rilettura del tema attraverso lo specchio, non solo contemporaneo, dei mass-media. Èproprio questa modalità che consente di ricostruire la storia del dibattito sull’eutanasia scorporandonei vizi di forma e di sostanza. E permette, attraverso una narrazione incalzante come un’inchiesta,di tracciare prospettive nuove su cui discutere e confrontarsi.

Se puede afirmar que es moral continuar los tratamientos normales para aliviar el dolor pero se puede renunciar a tratamientos que procurarían solo una prolongación precaria de la vida. En caso de enfermedad incurable y terminal, el médico debe limitarse a aliviar los dolores físicos y morales del paciente, manteniendo en todo lo posible la calidad de una vida que se agota y evitando emprender o continuar acciones terapéuticas sin esperanza, inútiles y obstinadas. Asistirá al enfermo hasta el final, con el respeto que merece la dignidad del hombre. Código de deontología del colegio de médicos de España, núm. Resulta difícil establecer un criterio fijo sobre qué sería proporcionado o no, dado el constante avance de los medios técnicos. Para el médico es una cuestión científica y moral. JUAN PABLO II, Evangelium Vitae, núm.

Esta página se editó por última vez el 27 jul 2018 a las 18:59. El texto está disponible bajo la Licencia Creative Commons Atribución Compartir Igual 3. Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa Eutanásia é o ato intencional de proporcionar a alguém uma morte indolor para aliviar o sofrimento causado por uma doença incurável ou dolorosa. Geralmente a eutanásia é realizada por um profissional de saúde mediante pedido expresso da pessoa doente. A eutanásia é diferente do suicídio assistido, que é o ato de disponibilizar ao paciente meios para que ele próprio cometa suicídio. Entre os fatores psicológicos estão a depressão e o medo de perder o controlo do corpo, a dignidade e independência.

A eutanásia pode ser classificada em voluntária e involuntária. Na eutanásia voluntária é a própria pessoa doente que, de forma consciente, expressa o desejo de morrer e pede ajuda para realizar o procedimento. Na eutanásia involuntária a pessoa encontra-se incapaz de dar consentimento para determinado tratamento e essa decisão é tomada por outra pessoa, geralmente cumprindo o desejo anteriormente expresso pelo próprio doente nesse sentido. A eutanásia pode também ser classificada em ativa e passiva. A eutanásia passiva consiste em não realizar ou interromper o tratamento necessário à sobrevivência do doente. A eutanásia está no centro de um intenso debate público com diversas considerações de ordem religiosa, ética e prática. Estas considerações têm origem em diferentes perspetivas sobre o significado e valor da vida humana.

Entre os argumentos contra a prática de eutanásia estão a alegação que a eutanásia é contra a vontade de Deus, que não respeita a inviolabilidade da vida, que desvaloriza o valor da vida, de que a permissão da eutanásia voluntária levaria a casos de eutanásia involuntária e de que cuidados paliativos de qualidade retiram a necessidade de praticar eutanásia. Algumas pessoas alegam que, ainda que moralmente justificável, a eutanásia pode ser abusada para encobrir um homicídio. Na maior parte dos países não existe legislação específica sobre a eutanásia, pelo que a eutanásia realizada pelo próprio doente é geralmente considerada suicídio e a eutanásia realizada por outra pessoa homicídio. No entanto, dentro da lei o médico pode decidir não prolongar a vida em casos de sofrimento extremo e administrar sedativos mesmo que isto diminua a esperança de vida do doente. Tanto a eutanásia voluntária como o suicídio medicamente assistido são legais na Holanda, Bélgica, Luxemburgo e Colômbia. No entanto, a eutanásia involuntária é ilegal em todos os países do mundo e geralmente considerada homicídio.

Mesmo nos países em que a eutanásia voluntária é legal, continua a ser considerada homicídio se não estiverem cumpridas determinadas condições. A noção de que a eutanásia é moralmente aceitável remonta a Sócrates, Platão e ao Estoicismo. O primeiro país a legalizar a eutanásia foi a Holanda em 2001. Isto é o reflexo de uma alteração significativa na epidemiologia da mortalidade humana. No debate sobre a legitimidade da prática de eutanásia e suicídio medicamente assistido, os principais argumentos a favor são a autonomia da pessoa em tomar decisões sobre o próprio corpo e o alívio da dor e do sofrimento. O argumento da autonomia defende que, da mesma forma que a pessoa tem o direito de auto-determinação ao longo de toda a vida, também deve poder determinar tanto quanto possível o curso da sua própria morte. Os proponentes alegam que, se um doente terminal pedir a assistência de um médico de forma voluntária e consciente, deve ser permitido ao médico poder realizar o ato.

Uma das objeções a este argumento alega que numa fase terminal da vida é impossível haver verdadeira autonomia de decisão, uma vez que as decisões podem ser influenciadas por pressões sociais, depressão e perturbações psiquiátricas. Em resposta, os proponentes do argumento da autonomia alegam que todas as decisões são influenciadas por fatores sociais mas que, ainda assim, devem ser respeitadas e que mesmo no fim da vida é possível tomar decisões informadas. Matar é proibido e é considerado moralmente errado em praticamente todas as religiões, culturas e sistemas sociais. Uma vez que o suicídio é um ato de matar, os proponentes deste argumento sustentam que também o suicídio medicamente assistido é intrinsecamente errado do ponto de vista moral, pecado, tabu ou castigado por Deus. Embora todas as religiões se oponham ao suicídio, na Europa e América do Norte é a religião Católica que tem sido mais ativa no debate contra a eutanásia. O catolicismo considera que a vida é uma dádiva de deus e não permite o suicídio, nem mesmo nos casos de doença terminal.